Livro incompleto

Hje eu terminei de ler o primeiro livro do Sidney Sheldon, nunca tive paciência, mas esse foi cativante o suficiente pra me prender até o fim(ou o meu óssio foi o mais intenso em muito tempo, não faz diferença). Chama-se 'A Herdeira'. É um bom livro, mas me decepcionei no final. Não sei porque ainda teimo em ler mistérios, não mesmo. Sei lá, o final sempre me parece incompleto, porra eu devo mesmo é gostar de romances, de finais felizes, de ver o mocinho e a mocinha juntos, de ver todos os vilões pagarem e todas as pistas e detalhes se encaixarem. Mas esse livro em especial me irritou, a história ficou encaminha qualquer um deduz facilmente o que vai acontecer, tanto que o autor julgou desnecessário escrever. mas eu acho legal, deixar tudo explicadinho nos mínimos detalhes, agente lê o livro todo não é pra chegar ao final feliz? custava não omitir essa parte? Custava um beijo apaixonado entre o casal principal? Custava uma nota falando que a empresa agora ia voltar a ser foda? Custava um barraquinho na casa do Ivo? Custava? vai saber.
Vou ler mais livros de mistérios, em especial do Sidney Sheldon, pra decidir enfim se é uma regra ou um simples azar da minha parte, ler todos os livros de mistério com o final incompleto do mundo. (ok que devem ter sido no máximo uns três shuahsuahshsua)

Comentários

  1. Eu me decepcionei quando li um segundo livro do Sidney Sheldon. Ele só troca os personagens de uma história para outra. O primeiro que li dele foi "Quem tem medo de escuro?" confesso que o que me atraiu foi a capa senão eu nem teria chegado perto, gostei até, mas depois comecei a comparar com Agatha Christie e vi que ele não sabia escrever suspense, os mistérios são dignos das novelas da globo, a única coisa que me fez apreciar foi o vilão, ou eu estava num momento de ócio doentio, pois tenho certeza que não leria de novo o livro.

    Você lê o livro todo só para chegar no final feliz?
    Os finais felizes acabam com todo o envolvimento que gente cria com os personagens quando está lendo, se acaba tudo perfeitinho a gente só se lembra do final, não sei explicar direito. O final não precisa ser exatamente triste, mas trazer algum questionamento sobre o encerramento da história.
    O que seria de Harry Potter se no final estivessem todo mundo vivo, se ninguem tivesse morrido na Batalha de Hogwats e nos livros anteriores? O que seria de Crime e Castigo se o Dostovieski tivesse colocado como último trecho do livro o casamento do Raskolnikov? O que seria de A menina que roubava livros sem aquele final aos meios termos?
    Finais conflitantes nos pregam mais a realidade e agrega realidade a obra também, são indispensáveis.

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  2. na verdade eu nunca lembro do final do livro (na verdade nem do meio, na grande maioria dos casos) tem vezes q eu começo a ler um livro e na metade eu vejo q eu já havia lido, então pra mim o final não fazer eu me lembrar ou deixar de lembrar, mas pelo menos vai me deixar feliz na hora =P

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  3. Higor você não pode dar palpites sobre Sidney Sheldon já que leu 2 livros ¬¬..Dany a questão de finais conflitantes ou incompletos são extamente o que fazem um mistério... Não saber o que aconteceu direito e assim formular seu próprio final, tipo a Nora Roberts em Pecados Sagrados, dá pra deduzir muito bem o que aconteceu, mesmo que ela não tenha escrito...E questão sobre finais felizes...Eles são chatos, são todos iguais, por esse motivo eu não gosto de herois, os vilões sempre são melhores, tem planos melhores, vidas melhores, etc e tal...Se você para pra pensar em o quão melhor fica um final quando o vilão acaba impune, ou acontece algo que dá uma reviravolta total na história logo no finalzinho.. Vai perceber que finais de mistério são bem melhores que romance...
    P.S. Sidney Sheldon escreve romances policiais, não suspense a não ser alguns tipo: O estrangulador, O fantasma da meia noite ...

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