Hoje o assunto vai ser sexo.
Eu perdi minha virgindade aos 18 anos. Tarde, considerando os padrões de hoje em dia. Foram 18 anos para acumular expectativas e especular sobre o assunto. Eu já nem tinha mais uma visão romantizada do assunto quando finalmente eu conheci o tal do sexo, mas admito que eu esperava mais.
Quando eu era adolescente, li a biografia da Maitê Proença, escrita por ela mesma, e ela disse no livro algo que me chamou muita atenção na época, ela disse que sexo era algo superestimado. Fiquei chocada. Como assim? Ah, ela só pode ter sido muito mal comida a vida toda, foi o que eu pensei. Eu ainda era virgem.
Hoje, depois de 3 anos em um relacionamento estável, praticando sexo regularmente (pasmem, tendo orgasmos regularmente), eu não poderia concordar mais com ela, sexo é extremamente superestimado! É gostoso? É. Mas é trabalhoso, é cansativo. E se sexo é só sobre prazer... existem prazeres mais fáceis.
Chegar em casa, com o sol no céu ainda, sentar a mesa e tomar café com leite e pão quentinho com manteiga, sem pressa. Mastigando o pão! E se tiver companhia então, vish! Isso é que é prazer de verdade!
Sentar embaixo de uma árvore, lendo um livro tranquilo, desses que se desenrolam sem agarrar o pensamento, desses que trazem a sensação de um filminho sendo rodado, com o sol de inverno esquentando as pernas e nada te atazanando a mente. É melhor que orgasmo!
Difícil admitir isso, mas um orgasmo dura tão pouco que não vale o esforço.
Amar vale a pena. Mas isso vai ser assunto para outro dia.
Eu perdi minha virgindade aos 18 anos. Tarde, considerando os padrões de hoje em dia. Foram 18 anos para acumular expectativas e especular sobre o assunto. Eu já nem tinha mais uma visão romantizada do assunto quando finalmente eu conheci o tal do sexo, mas admito que eu esperava mais.
Quando eu era adolescente, li a biografia da Maitê Proença, escrita por ela mesma, e ela disse no livro algo que me chamou muita atenção na época, ela disse que sexo era algo superestimado. Fiquei chocada. Como assim? Ah, ela só pode ter sido muito mal comida a vida toda, foi o que eu pensei. Eu ainda era virgem.
Hoje, depois de 3 anos em um relacionamento estável, praticando sexo regularmente (pasmem, tendo orgasmos regularmente), eu não poderia concordar mais com ela, sexo é extremamente superestimado! É gostoso? É. Mas é trabalhoso, é cansativo. E se sexo é só sobre prazer... existem prazeres mais fáceis.
Chegar em casa, com o sol no céu ainda, sentar a mesa e tomar café com leite e pão quentinho com manteiga, sem pressa. Mastigando o pão! E se tiver companhia então, vish! Isso é que é prazer de verdade!
Sentar embaixo de uma árvore, lendo um livro tranquilo, desses que se desenrolam sem agarrar o pensamento, desses que trazem a sensação de um filminho sendo rodado, com o sol de inverno esquentando as pernas e nada te atazanando a mente. É melhor que orgasmo!
Difícil admitir isso, mas um orgasmo dura tão pouco que não vale o esforço.
Amar vale a pena. Mas isso vai ser assunto para outro dia.
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